Em uma noite marcada pelo requinte, emoção e pelo mais puro amor à literatura, a renomada escritora caratinguense Marilene Godinho reuniu o circuito elegante e intelectual da cidade para o lançamento de sua mais nova e aguardada obra, intitulada “Casa da Gente”.
A noite do último dia 29 de maio entrou para o calendário cultural de Caratinga como um verdadeiro brinde ao talento e à sensibilidade. O suntuoso Salão Professor Celso Simões Caldeira, no UNEC, abriu suas portas para acolher um público seleto, composto por confreiras e confrades da Academia Caratinguense de Letras (ACL), familiares, autoridades locais e uma legião de amigos e admiradores que fizeram questão de abraçar a icônica autora.
A atmosfera, que já transbordava sofisticação, ganhou notas ainda mais calorosas com a primorosa apresentação musical do artista Hyuri Luna. Ao som de voz, acordeom e viola, o músico costurou a noite com uma trilha sonora que tocou a memória afetiva de todos, harmonizando perfeitamente com a essência acolhedora do novo livro de Marilene.
“Pequena, grande, simples, requintada… a mais esplendorosa, bonita, querida, mesmo sendo humilde, é a casa da gente. Casa da gente é um paraíso dentro de paredes. Agasalha, abriga, escuta, liberta… Na rotina dos dias iguais, não se percebe a sua importância, mas quando se está distante é que se sente a gritante falta que ela nos faz. Falta de aconchego.” Marilene Godinho
Com essas palavras tocantes, a escritora define a alma de “Casa da Gente”. A obra é um mergulho poético na importância do lar, do aconchego e dos laços que nos unem à nossa própria história. Durante sua fala, a autora transbordou gratidão e reforçou o quanto a presença e o carinho dos amigos transformaram aquela noite em uma festa inesquecível: “O livro merece uma festa, porque leva conhecimento e prazer”, celebrou de forma magnífica.
O evento, marcado por conversas brilhantes e sorrisos sinceros, consolidou-se como um dos momentos mais marcantes do ano social na cidade, reafirmando o papel de Marilene Godinho como a grande guardiã da nossa identidade literária.


